Mônica apertou o botão para tentar abrir a janela, mas percebeu que estava quebrado. As portas também estavam trancadas, e a velocidade do carro aumentava, confirmando suas suspeitas.
O motorista lançou um olhar para ela pelo retrovisor, com um sorriso dissimulado, ainda tentando se passar por inocente:
— Mônica, calma aí. É só um atalho. Logo chegaremos ao restaurante.
— Estou calma. Só queria abrir a janela para pegar um ar. — Ela sorriu de leve, os lábios arqueados em aparente tranquili