19. NOS BRAÇOS DO ASNHOR LUTHER
Meu corpo inteiro travou.
O corpo de Jhon estava tombado para o lado.
Os olhos arregalados.
Um pequeno buraco se abria no meio da testa dele.
O sangue começou a escorrer.
Apesar de querer gritar, o som não saiu.
Como em pesadelos nos quais a voz some do nada.
Levantei os olhos, tremendo.
Havia mais alguém ali.
Ainda encolhida, fui me erguendo.
O corpo salpicado de sangue.
Então achei ter visto algo.
Uma silhueta surgia entre as árvores.
Alta.
Imóvel.
Aos poucos, tomava forma, embora eu ainda nã