VOCÊ NÃO ME CONHECE... AINDA
LEBLANC...
Eu sempre apreciei a solidão. Não o sentimento vazio e miserável, mas aquela sensação de que ninguém, além de você mesmo, importa. Eu costumava gostar da minha privacidade, porque a única coisa me julgando era minha moral, ninguém mais. Eu cresci assim. Eu vivi sozinho, me afogando no ouro por não gostar da prata.
Minha casa sempre foi um local silencioso. Odeio vizinhos, odeio barulho, odeio não ter paz. Entretanto, mesmo assim, eu passei a noite em claro. Eu ouvi Angelic caminhando