Bryan estava sentado em uma cadeira desconfortável no canto da sala, sob a luz fria e direta de uma luminária. As paredes sem adornos pareciam esmagá-lo, intensificando a pressão crescente em seu peito. Ele olhou para as mãos, que ainda tremiam levemente, e tentou controlar a respiração, mas sua mente insistia em repetir os eventos que o levaram até ali.
A porta se abriu com um ranger, e um policial de meia-idade entrou. Seus olhos eram astutos, como se já tivessem visto todas as versões possíve