Mundo ficciónIniciar sesiónPOV Katerina Sokolov
O ar dentro do Armazém 14 não era mais feito de oxigênio; era uma suspensão espessa de poeira, fumaça de uísque barato e o cheiro metálico de uma rendição que eu jurava, por todos os santos e demônios, que jamais aconteceria. O som da chuva contra o telhado de zinco, antes um ruído de fundo, agora se tornara uma sinfonia de escárnio. Cada gota que martelava o metal parecia um prego sendo cravado no caixão da minha dignidade.






