Faltavam 24 horas.
O Museu de Arte Contemporânea de Curitiba estava, pela primeira vez, totalmente iluminado. À noite, a estrutura de vidro e aço parecia uma lanterna flutuante sobre o jardim projetado. Helena caminhava sozinha pelo átrio principal, o som dos seus saltos ecoando no mármore como uma contagem regressiva.
Ela pegou o seu telefone celular e abriu a galeria de fotos. Passou pelas imagens do canteiro lamacento, pelas fotos dos escombros do helicóptero e parou numa foto antiga, tira