O relógio marcava 12 horas para a abertura das portas. No escritório de campo, o clima era de uma aliança desconfortável. A Dra. Valéria Lins estava sentada diante de Helena, bebendo um café preto e analisando a liminar enviada pelos advogados de Alberto. Gabriel estava de braços cruzados junto à porta, a desconfiança estampada no rosto.
— O Alberto não quer apenas o prédio, Helena — explicou Valéria, apontando para uma cláusula oculta no documento. — Ele quer o seu silêncio perpétuo. Se ele