A casa ainda estava silenciosa quando Celina desceu, o movimento mais lento por causa do corpo que ainda reclamava, mas sem qualquer sinal de hesitação na postura. Ela atravessou a sala sem olhar ao redor, como fazia quando tinha algo definido, e foi direto até a mesa. A mãe já estava sentada, com a xícara nas mãos, observando em silêncio desde o momento em que ouviu os passos na escada.
Celina puxou a cadeira e se sentou sem pressa, servindo o próprio café antes de levantar o olhar.
— Eu já