Cozinha para mim.
O silêncio do quarto era doce, mas o apetite de Max parecia inesgotável, e não somente por comida. Entre carícias preguiçosas e promessas sussurradas, ele a lembrou de que era um homem de muitos talentos.
— Então, cozinhe para mim hoje à noite também. Ela pediu, a voz ainda macia.
— Cozinho. Ele prometeu, o olhar escurecendo novamente enquanto o peso do seu corpo voltava a encontrá-la. — Mas antes, a sobremesa ainda não terminou.
— A respiração dela falhou.
— Máximo…
— Shhh. Ele beijou o pescoç