Quando Ricardo chegou em casa naquela noite, a mansão estava mergulhada em uma penumbra sedutora. Não havia luzes fortes acesas, apenas o brilho suave de velas estrategicamente posicionadas no hall de entrada, guiando o caminho até a sala de jantar.
Uma música suave — jazz instrumental, algo que ele costumava ouvir quando queria relaxar — flutuava no ar, vinda de algum lugar invisível.
Ele afrouxou a gravata, sentindo o nó no estômago apertar. Depois do almoço na empresa, ele sabia que Clara es