Quando subi, o silêncio no andar da presidência era ensurdecedor. Ninguém ousava tirar os olhos das telas dos computadores.
Fui para a sala de Noah e me sentei na poltrona.
Andei entre as estantes, sentei outra vez... Estava arrumando a mesa dele quando a porta abriu.
— Noah!
— O que você, Aurora? O que estava pensando? Achou que pagaria pelo tratamento do seu pai e ficaria livre de mim?
— Não! Noah, eu não fiz isso. Estava lançando os contratos que a Karina mandou.
— Claro, e quer me convencer