Noah me soltou como se levasse um choque.
Se trancou no escritório o restante da noite. Ouvi quando Suzanna passou por mim.
Eu estava deitada no sofá da sala tentando lutar contra a minha raiva. Odiava aquela casa, o silêncio, mas, acima de tudo, odiava o que Noah Blanc me fazia sentir.
Suzanna passou por mim e eu senti os olhos dela me queimarem. Não abri os olhos. Não até ouvir a voz dela chamando por Noah, dando batidinhas na porta do escritório.
— Noah, abre. Não quero ficar sozinha com ela