A CINDERELA

Noah sorriu.

O rosto não estava marcado, mas eu sabia o que tinha feito. Ainda assim, não recuei.

— Eu não sou a Suzanna!

Ele se vestiu desfazendo o sorriso, quase como se sentisse algum prazer com o meu pânico. Ajeitou o punho da camisa e vestiu o paletó com uma calma que não parecia humana.

— Noah, desculpa. Eu não quis fazer isso, quer dizer, eu quis. E voc&ecir

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