Marina estava parada em frente à porta do escritório de Gustavo há pelo menos um minuto.
Talvez dois.
Talvez cinco.
O coração batia tão forte que ela jurava que dava para ouvir do lado de fora. A mão, suspensa no ar, hesitava entre bater e fugir correndo de volta para o banheiro.
Ele me chamou. Ele quer falar comigo. Ele vai me demitir. No primeiro dia. Vai me demitir porque eu bati numa parede de vidro na frente de todo mundo.
Ela respirou fundo. Três vezes. Quatro.
Bateu.
- Entre - a voz veio