Ruggero D’Angelo
O gosto de Maju ainda estava na minha boca. Mesmo depois de horas, o perfume doce e selvagem dela impregnava minhas narinas. Passei a manhã inteira na empresa de fachada no centro de Nápoles, assinando papéis, fingindo ser um empresário respeitável. Mas minha mente estava nela. No jeito como ela gemia meu nome, no calor apertado de sua buceta, nas lágrimas misturadas ao prazer.
— Cazo! A ideia era só foder ela até cansar e depois descartar e em algum maldito bordel e irmão e