Sage
Caminhamos pelos caminhos que eu mesma ajudei a plantar, passando por flor lunars que ainda floresciam apesar de tudo. Ela parou para tocar uma delas, observando as pétalas prateadas com atenção.
— Essas flores — Disse ela com cuidado — não são nativas dos nossos territórios. Crescem livres nas montanhas do norte, onde os antigos clãs de cura viviam.
Algo se agitou dentro da minha mente... a lembrança distante de uma voz feminina cantando sobre luar e cura. Mas escapou antes que eu conseguisse a alcançar.
— A lua se lembra do que a mente esquece — Continuou Helena, enigmática. — E o sangue chama por sangue, não importa há quanto tempo tenha sido enterrado.
Antes que eu pudesse perguntar o que ela queria dizer, ela já havia partido, deixando para trás mais perguntas do que respostas.
Mais tarde, encontrei Iris na biblioteca, cercada de livros empoeirados.
— Graças à lua — Exclamou. — Preciso de ajuda para organizar esses registros antigos. Já que você não pode trabalhar na ala de