Melissa
A primeira coisa que sinto é o cheiro. Ervas fortes. Amargas. Antigas. Abro os olhos devagar e a luz do quarto me incomoda. Minha cabeça gira. Meu estômago revira. Levo a mão instintivamente à barriga, o coração disparando.
— Calma, Luna. — a voz vem suave.
Isra está sentada ao meu lado, os dedos firmes segurando minha mão. O toque dela me ancora.
— Onde… — minha voz sai fraca. — Onde ele está?
Antes mesmo de falar, eu busco. O vínculo. E encontro… quase nada. Um eco distante. Fraco. Com