Vivienne continua batendo na porta com desespero crescente, seu corpo tremendo enquanto lágrimas não param de escorrer. Num acesso de pânico, começa a forçar a maçaneta freneticamente, desferindo tapas e chutes contra a madeira que se recusa a ceder.
— Por favor, Dom! — Vivienne clama, sua voz quebrando como vidro, a testa pressionada contra a superfície fria que parece zombar de seu desespero. — Apenas me dê um sinal, qualquer sinal de que está consciente. — Implora, cada segundo de silêncio,