Com o grito de Vivienne, Joana corre até a sala e a encontra encostada à porta, como se tivesse visto um fantasma, a mão pressionando o peito, os olhos arregalados em pânico e a respiração descompassada, como se o ar tivesse sido arrancado de seus pulmões.
— Vivi, o que houve? — Joana pergunta, alarmada, aproximando-se da amiga em pânico.
— El… El… — Vivienne tenta falar, mas as palavras se engasgam em sua garganta. Ela apenas aponta para a porta, por cima do ombro, como se estivesse paralisada