Um grito escapa dos lábios de Vivienne, afogado pelo pavor coletivo no carro. Os outros passageiros também gritam, o som de puro terror preenche o espaço apertado.
Dedos implacáveis se fecham ao redor de seu tornozelo, puxando-a com força. Seu corpo desliza pelo banco, a pele roçando no estofado, enquanto ela se debate freneticamente, chutando no ar, tentando se agarrar a qualquer coisa.
O homem do lado de fora sorri. Um sorriso maléfico, sombrio, como se já soubesse que havia vencido. Com a m