Vivienne ergue levemente o rosto, os olhos encontrando os dele, como se buscasse naquele olhar o porto seguro que sempre a mantém firme. Nos braços de Dominic, ela sente que nada pode alcançá-la, que ali é o único lugar onde está verdadeiramente protegida. Ele sempre sabe o que dizer, sempre sabe o que fazer para acalmá-la, para dissipar a dor que a consome, como se tivesse o dom de curá-la sem precisar de palavras.
— Não quero fazer isso. — Vivienne começa, a voz suave, quase hesitante. Ela se