A luz suave da manhã atravessa as cortinas entreabertas, tingindo o quarto com um brilho acolhedor e delicado. Vivienne desperta lentamente, ainda imersa no conforto das cobertas macias que a envolvem. Com um leve movimento, ela estende a mão para o lado da cama, mas encontra apenas o vazio.
Sentando-se com cuidado, ainda tentando afastar o sono que insiste em permanecer, algo na mesinha de cabeceira chama sua atenção. Uma única rosa-vermelha repousa delicadamente sobre o móvel, o contraste de