CAPÍTULO 111 - O ADEUS QUE NÃO TERMINA

DULCE

O dia do velório chegou como chegam as coisas inevitáveis: sem pedir permissão.

A mansão Guerra a casa do avô de Damião parecia maior do que nunca.

Imensa.

Fria.

O mesmo salão onde um dia houve celebração agora estava tomado por silêncio, flores brancas e um peso sufocante que parecia grudar na pele.

Eu mal conseguia respirar.

Henry segurava minha mão com força. Mais forte do que eu mesma conseguia me segurar.

E isso me doía de um jeito estranho — porque era ele quem estava me sustentand
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