Pois então ela estava sentada na mesa de trabalho caríssima do presidente da empresa para receber uma chupada.
Ele tirou a calcinha dela e deslizou os dedos por baixo da saia, com a intenção de erguer a barra.
— Precisa levantar a bundinha, Sophia. — O tom da voz era de uma espécie de malícia maldosa.
— Sim, Sr. Sommers.
— Agora abra as pernas o máximo que puder, você consegue, meu anjo, é jovem e flexível.
Ai, que vontade de chutar a cabeça dele!, pensou, apertando o punho até as unhas machucarem a palma.
Rafe tocou com a boca a sua vagina. Por instinto, ela se contraiu, e ele notou.
— Me excita muito assustá-la. — Ele riu, baixinho — Prometo não tirar pedaços da sua doce bocetinha.
— Minha? Ué, pensei que tinha comprado todas as partes do meu corpo.
Ele fez a cadeira rodar para frente da mesa, baixou a cabeça e a chupou com vontade, suas mãos apertavam-na nas coxas, firmando-o contra a virilha dela.
Puta-que-pariu, pensou, segurando entre os dentes um gemido daqueles.
Apoiou-se nos