38. A escolhida do lobo.
Maya Stone
A mansão estava em silêncio.
Não o silêncio pesado de antes. Não o silêncio do medo.
Era um silêncio novo. Vivo. Cheio de promessas.
O sol da tarde atravessava as janelas do quarto que agora era meu, na verdade, era nosso, iluminando as caixas abertas pelo chão. Tecidos pequenos dobrados com cuidado. Cobertores claros. Roupinhas que eu nunca imaginei tocar, muito menos escolher.
— Essa é grande demais. — murmurei, segurando uma camisa minúscula.
— Nenhuma é grande demais para um Gran