- Já se olhou no espelho? – ele provocou – Não está muito melhor que eu.
- Eu te defendi, seu otário. Poderia estar morto neste momento.
- Será que foi um dos homens que deu um chupão no seu pescoço? – não conteve o sarcasmo.
Fui até ele e peguei-o pela gola da camisa, tendo vontade de socá-lo.
- Meu nariz não! – pediu – Por favor, eu ainda nem me recuperei do outro soco que você me deu!
- Quem eram aqueles homens? Como encontraram você?
- Eu... Devo para algumas pessoas! – Confessou, com a voz