O loft estava mergulhado em um silêncio pesado. Eleonora havia saído para a farmácia, deixando Ísis sozinha com seus pensamentos e o mal-estar que não passava. Cada minuto parecia uma eternidade. Quando a amiga voltou e entregou a sacola de papel pardo, as mãos de Ísis tremeram.
— Eu vou estar aqui fora, ok? — disse Eleonor, o olhar carregado de apoio.
— Não, Leo. Por favor... eu preciso fazer isso sozinha. Vá para casa, eu te ligo depois. Eu só... preciso de espaço para respirar.
Ísis passou o