Eros Dunker
Meu avô mandou me chamar em seu escritório principal para que eu lhe contasse o que estava acontecendo. E, como sempre, tive que aguentar seus comentários sarcásticos sobre Aurora e o quanto ela era indisciplinada.
“Com licença, príncipe Eros Dunker” chamou um dos seguranças, batendo na porta. “Encontramos esse envelope colado em um dos muros.”
Peguei de imediato e o abri. Dentro havia uma carta escrita com tinta azul:
Aurora Dunker está em boas mãos, agora me pertence.
Em breve cob