Aurora
Um “bolo” se forma na minha garganta. Não consigo colocar para fora o simples sim que preciso, que quero. Ao contrário, simplesmente desabo em lágrimas.
Felipe me abraça com força.
— Ei, vai ficar tudo bem. — Sinto seu toque em meus cabelos.
— Me desculpe — peço chorando.
— Você não tem culpa de nada, minha bela.
Busco seus lábios. Seu beijo é como um balsamo. Aos poucos meu corpo e minha mente se acalmam, dando espaço para o tesão. Meus dedos sobem por dentro da camisa dele. Felipe me e