Isadora
Aterrissar em Brasília foi como inalar uma dose concentrada de nostalgia. O céu vasto, de um azul quase agressivo, e a arquitetura modernista de concreto e vidro. A capital federal era minha casa. O cheiro de terra seca e capim queimado era familiar, um alívio temporário para o peso que eu carregava.
Pedi um carro por aplicativo e segui para a Asa Sul.
No caminho, minha mente divagava entre o caos e a calma. Eduardo era a promessa de um futuro funcional, o bálsamo que eu deveria quer