Max enfiou sua língua na minha boca e explorou todos os cantos, na intenção de me fazer corresponder. Eu tentei sair, me desvencilhar das investidas dele, mas ele insistia apertando a minha cintura com uma mão, e com a outra, segurava o meu rosto, me imobilizando.
— Max!— Eu exclamei olhando para ele ofegante.
Ele riu olhando para a minha boca. Ele também estava ofegante.
— Que beijo gostoso, dá vontade de…
Eu o interrompi, o empurrando.
— Não termine, por favor!
Quando eu me virei na d