Chegamos ao salão e começamos a dançar, timidamente. Maximiliano segurava a minha cintura e eu segurava o seu tórax com uma mão, enquanto outra alcançava a sua nunca.
Dançavamos de rostos colados. Eu estava sem jeito, mas procurava pensar que aquilo não era um momento mágico, mas apenas um trabalho.
Maximiliano se inclinou ainda mais para falar ao meu ouvido:
— Aproveite para observar tudo à sua volta! Aqui o cenário é rico!
Eu assenti, agradecida. Tudo era novo pa