Fomos buscar as crianças na quadra. Estava cheio lá. O jogo tradicional de basquete acontecia.
Não preciso nem falar que uma figura conhecida, um torcedor assíduo me viu assim que eu cheguei. Depois de tanto tempo, eu quase não reconheci o Marcelo.
Ele se levantou da arquibancada ao me ver.
— Você veio!— Eu li os lábios dele.
Eu sorri e acenei com a mão.
Marcelo estava bem mais encorpado. Já tinha vinte e sete anos, o olhar mais marcante e o sorriso doce de sempre.
Sophia, Júnior