No dia seguinte, era o meu último dia de solteira e eu acordei querendo ver o sol. Abri as cortinas da sala animada e vi alguém parado na minha porta.
Era Marcelo que morava no mesmo condomínio. Eu saí correndo para encontrá-lo.
Eu o abracei como se fosse uma colegial que encontra um amigo depois de muito tempo.
Ele não estava com o tradicional skate na mão.
— Não vai trabalhar hoje?— eu indaguei sorridente.
— Não. Eu soube que você voltou ontem à noite e como tam