Isadora não desceu as escadas de metal do esconderijo; ela quase despencou por elas. O som dos seus saltos agulha contra os degraus não era mais um estalo rítmico de autoridade, mas um tropel frenético de pânico. Ela tropeçou no penúltimo degrau, as unhas perfeitas arranhando o corrimão enferrujado para não cair de cara na lama que cobria a calçada industrial.
O rosto de Isadora, sempre impecavelmente pálido e controlado, estava agora manchado por uma vermelhidão febril. Ela sufocava. O ar