Isa
— Isa… — Aurora chama de novo, a voz pequena.
Eu tento respirar devagar. Não posso assustar ela mais.
— Está tudo bem, amor.
— Isa — Adrian fala do outro lado. A voz dele é calma demais. Controlada demais. — Me diz onde você está agora.
Eu olho a placa da rua correndo pelo vidro.
— Avenida das Palmeiras… perto da rotatória grande.
— Continua dirigindo.
— Eu estou.
Minhas mãos escorregam no volante de novo.
— Eles estão chegando em você — ele diz. — Dois carros.
Eu engulo seco.
— Adrian…
— E