O nome “Isabella” pairou entre eles como um disparo silencioso. Elena sentiu o ar sumir dos pulmões, mas Dominic… Dominic ficou completamente imóvel, como se tivesse sido congelado. O olhar dele ficou sombrio, fechado, calculado — o tipo de olhar que aparecia quando algo ultrapassava o limite do tolerável.
Anthony manteve postura firme, quase militar, mas havia algo diferente nele: uma raiva contida, direcionada, controlada.
— Explique — Dominic pediu, a voz baixa, precisa, perigosa.
Anthony assentiu, tirando do bolso um aparelho pequeno, semelhante a um gravador minúsculo.
— Instalamos dispositivos de rastreamento de sinal para identificar transmissões internas. Encontramos este — ele ergueu o objeto — escondido atrás da prateleira do seu escritório, Dominic. Alguém colocou lá.
Elena se sentiu gelar.
Dominic estreitou o olhar.
— E você tem certeza de que foi Isabella?
— Tenho certeza da origem do sinal — Anthony corrigiu. — Ele foi ativado na mesma faixa de horário em