O dia começou sem ruído interno. Não houve aquela sensação antecipada de lista infinita, nem a urgência invisível que antes acompanhava cada despertar. Dominic percebeu isso ainda deitado, antes mesmo de abrir os olhos: o corpo não estava preparado para reagir, apenas para levantar.
Na cozinha, Elena organizava o café com movimentos simples, quase automáticos. Não havia tensão neles. Era rotina consolidada, não repetição vazia.
— Você dormiu melhor — ela comentou, sem virar o rosto.
— Dormi — D