A manhã começou antes do despertador. Não por urgência, mas por hábito recém-criado. Dominic abriu os olhos e levou alguns segundos para reconhecer o silêncio como algo estável, não provisório. A casa ainda dormia. Ele se levantou devagar, evitando qualquer ruído desnecessário.
Na cozinha, colocou água para ferver. Olhou o relógio e calculou, não compromissos, mas margens. Aquilo ainda era novo: organizar o tempo sem a sensação de estar sempre devendo algo ao próximo minuto.
Elena apareceu pouc