Ele estendeu a mão… como se aquele gesto simples fosse apagar tudo.
Como se bastasse tocar em mim de novo para eu esquecer que ele tentou me destruir.
Mas eu não ia encostar nele.
Nem se ele me oferecesse todo o dinheiro do mundo.
— Ah, é? Minha voz saiu tremida, ferida, carregada de veneno. Percebeu bem no dia que a gente ia casar… que conveniente, não é?
Eu limpei o rosto com as costas da mão, sentindo minha pele quente, inchada. Eu devia estar uma bagunça vermelha e humilhante.
Que vergonha.
Meu Deus…
Que humilhação.
Apontei o dedo para ele, como se cada palavra que eu dissesse pudesse me salvar de voltar a cair naquela armadilha.
— Vocês ricaços acham que podem manipular a vida das pessoas do jeito que bem entendem! Eu gritei, sentindo a respiração acelerar e o peito doer. Mas escuta uma coisa, Taylor… eu não quero a p*** do seu dinheiro!
Engoli em seco, sentindo a garganta arder.
— Algum dia eu quis, sim. Eu fui nojenta o suficiente pra pensar nisso… mas tudo mudou!
Eu dei um pa