Ele estendeu a mão… como se aquele gesto simples fosse apagar tudo.
Como se bastasse tocar em mim de novo para eu esquecer que ele tentou me destruir.
Mas eu não ia encostar nele.
Nem se ele me oferecesse todo o dinheiro do mundo.
— Ah, é? Minha voz saiu tremida, ferida, carregada de veneno. Percebeu bem no dia que a gente ia casar… que conveniente, não é?
Eu limpei o rosto com as costas da mão, sentindo minha pele quente, inchada. Eu devia estar uma bagunça vermelha e humilhante.
Que vergonha.