A mão de Noah deixava um rastro quente por onde passava, e eu estava derretendo nas mãos dele como se não tivesse mais ossos, nem controle, nem vergonha. Era sempre assim. Bastava ele me tocar e eu virava outra pessoa. Como se ele soubesse exatamente onde encostar para me moldar do jeito que queria… do jeito que precisava.
Eu agarrei um punhado do cabelo dele quando senti meu s**o ser apertado entre o polegar e o indicador. O toque foi firme o suficiente para me arrancar um suspiro torto, desesperado… e quando ele se aproximou e prendeu a boca ali, sugando e mordiscando com calma, eu senti meu corpo inteiro tremer, preso entre o limite do prazer e uma dor provocante que me fazia pedir mais sem dizer uma palavra.
Um som baixo escapou de mim, quase um ronronar. Meus dedos apertaram os braços dele com força, como se eu precisasse me agarrar a alguma coisa para não cair de vez naquele abismo.
E então… ele parou.
Parou de um jeito que me deixou ainda mais desnorteada.
Noah levantou o rosto