61. Salvatore Adorno
O cheiro de sangue ainda pairava no ar do esconderijo em Palermo quando Salvatore Adorno empurrou a porta de madeira pesada e entrou. Seus homens recuaram instintivamente, conhecendo o humor do chefe depois do que acontecera na Calábria.
Ele não dissera uma palavra durante toda a viagem de volta. Seis horas de estrada, seis horas de silêncio absoluto, com o corpo da irmã sendo transportado no veículo atrás. Francesca. Sua única irmã. Sua última família de sangue.
Agora, finalmente sozinho em se