Mundo de ficçãoIniciar sessãoO armazém estava imerso em silêncio quando entramos. Faróis de caminhões abandonados iluminavam o espaço vazio como olhos fantasmagóricos, e o cheiro de óleo e ferrugem preenchia o ar. Meus homens se espalharam pelas sombras, cada passo calculado, cada respiração controlada.
Marco estava ali. Eu sentia.
— Ele não está — Lorenzo murmurou ao meu lado, a arma ainda erguida.
— Est&aa







