Ana demorou alguns segundos diante da porta entreaberta antes de entrar.
O quarto de Kali estava em penumbra, iluminado apenas pela luz fraca do corredor. O silêncio era profundo, interrompido apenas pela respiração leve da criança. Ela avançou com passos cuidadosos, atentos demais para alguém acostumada a se mover ali.
Foi então que viu.
Natan estava na cama de apoio, de lado, o braço dobrado de modo a proteger Kali, que dormia aninhada perto do peito dele. O tablet repousava apagado sobre