Magno chegou à mansão por volta das oito da noite.
Mais tarde do que o habitual.
O dia havia sido longo, preenchido por decisões que exigiam precisão, lógica… controle.
Territórios onde ele sempre soube se mover.
Ainda assim, o incômodo persistia.
Insistente.
A conversa com Gabriel não havia se dissipado com o passar das horas.
Muito pelo contrário.
Ele entregou o paletó a um dos funcionários e seguiu pelo corredor principal, afrouxando o nó da gravata com um gesto automático.
— Teresa.