228. A Versão Nova
O dia passa mais rápido do que eu esperava.
Talvez seja porque, pela primeira vez desde que cheguei em Chicago, o apartamento tem mais de duas pessoas dentro dele.
É quase normal.
Perto das seis, levanto da ilha e estico os braços.
— Vou pegar meu carregador — digo, sem esperar resposta. — O notebook está morrendo.
Vou até o quarto, pego o carregador enrolado na mesa de cabeceira e fico parada por alguns segundos olhando pela janela.
Lá fora, Chicago já está viva na sexta-feira, e o pôr do sol