184. Sem Medo Do Que Vem Depois
A luz suave da manhã entra pelas frestas da cortina, quente e insistente. Meu corpo inteiro reclama quando tento me mexer.
Cada músculo parece ter memória própria da noite anterior: coxas doloridas, um cansaço bom e profundo, a pele ainda sensível em vários lugares onde Lucas deixou marcas.
Suspiro, tentando virar de lado, mas um braço pesado me mantém presa contra o peito largo dele. Lucas está dormindo profundamente, e a respiração calma e regular bate contra o meu cabelo.
Por um segundo, pen