Quando o beijo terminou, fiquei sem jeito e tentei levantar, mas Phillippo segurou minha mão.
— Por favor, fique. — ele pediu, com um tom suave e sincero.
Sentei novamente, ainda segurando sua mão, e ele acariciou meus dedos com delicadeza. Ficamos em silêncio por alguns momentos, apenas apreciando a presença um do outro.
— Sabe, Maria Laura, eu realmente aprecio sua companhia. — ele disse, olhando para mim com ternura.
— E eu a sua, senhor Constantinova. — respondi, com um sorriso tímido.
— Po