Aquela empresa era tão grande que, mesmo achando que já tinha conhecido tudo, ainda me surpreendia. Tinha uma cafeteria no subsolo, só para funcionários. O cheirinho de café com pão de queijo era sensacional.
Sentamos numa mesa de canto, e eu devia estar com um sorriso de boba apaixonada, porque Marina ficou me olhando, inclinou a cabeça e disse:
— Que sorriso lindo. Feliz.
— Eu… — comecei a falar qualquer coisa, pra disfarçar. Eu nem sabia que estava sorrindo.
— Cai bem em você. A felicidade.