Capítulo Cento e Quarenta e Quatro — Salva-los ou a morte...
Abel Arruda
O cronômetro digital, antes uma sentença de morte, agora piscava uma tela morta no chão.
Não havia Isadora. Não havia Lion. Não havia Miguel.
Apenas o silêncio pesado de um lugar que fora palco de um sequestro.
Aproximei-me da área onde eles deveriam estar, a arma apontada para cada sombra, a mente tentando processar o vazio.
Foi então que o vi, largado sobre o solo úmido e sujo de lama: o celular da Isadora.
O meu coração deu um solavanco violento.
Ela jamais deixaria esse